ASME Seção I Traduzida é uma forma de busca comum para quem precisa compreender, em português, as regras de construção de caldeiras de potência do ASME Boiler and Pressure Vessel Code. Este conteúdo é um guia de navegação com traduções livres de títulos e termos selecionados: não é tradução oficial, não reproduz o código completo e não substitui a edição aplicável em inglês.

ASME Seção I Traduzida: o que é a ASME BPVC Section I?
A ASME BPVC Section I — Rules for Construction of Power Boilers — é a seção do código dedicada principalmente às regras de construção de caldeiras de potência e de outros equipamentos expressamente incluídos em seu escopo.
Para consultar a ASME Seção I Traduzida com segurança, é necessário distinguir este guia de orientação do texto oficial aplicável, disponibilizado pela ASME.
Em tradução livre, o título significa “Regras para Construção de Caldeiras de Potência”. Construção, nesse contexto, não se limita ao cálculo de espessura. O código reúne requisitos relacionados a materiais, projeto, fabricação, exames, inspeção, testes, proteção contra sobrepressão, certificação, marcação e relatórios de dados.
O texto deve ser lido como parte de um sistema normativo. A Section I chama outras Sections do BPVC e normas como a ASME B31.1. Por isso, não é possível resolver todas as questões consultando apenas um parágrafo ou uma fórmula isolada.
Este guia é uma tradução oficial?
Não. Nas páginas oficiais consultadas para a pesquisa, a edição 2025 da BPVC Section I aparecia como disponível em inglês. Não foi localizada uma versão oficial em português nessa oferta. Por isso, a ASME Seção I Traduzida deste post é apenas uma referência didática de navegação.
As traduções deste guia servem apenas para orientação. Em decisões de projeto, fabricação, certificação, contrato ou conformidade, prevalece o texto oficial aplicável. Uma tradução fornecida por terceiros precisa ter sua autorização, edição, integridade e correspondência com o original verificadas.
Também não se deve usar uma versão não autorizada encontrada na internet como fonte de conformidade. O acesso deve ocorrer pela ASME ou por canal licenciado e autorizado.
Quais equipamentos podem entrar no escopo
O Preâmbulo da edição 2025 inclui regras para diferentes famílias de equipamentos. Ao usar a ASME Seção I Traduzida, a lista a seguir serve para reconhecer o escopo sem substituir a leitura do Preâmbulo:
- caldeiras de potência;
- caldeiras elétricas;
- caldeiras miniatura;
- caldeiras de água em alta temperatura;
- geradores de vapor por recuperação de calor, ou HRSG;
- geradores de vapor de receptor solar;
- determinados vasos de pressão sujeitos ao fogo;
- aquecedores de fluido térmico em fase líquida;
- caldeiras em serviço estacionário, locomotivo, portátil ou de tração.
A lista não permite classificar automaticamente qualquer equipamento aquecido como Section I. O Preâmbulo, PG-1, PG-2 e as partes específicas contêm inclusões, limites e exclusões que precisam ser avaliados antes de usar qualquer regra.
Para que a Section I é usada
Conforme o equipamento e a parte aplicável, a Section I participa de etapas como:
- definição do escopo e das fronteiras do equipamento;
- seleção e controle de materiais;
- projeto e determinação da pressão máxima admissível de trabalho;
- fabricação por método previsto, como soldagem, rebitagem ou brasagem;
- qualificação de procedimentos e pessoal por referências complementares;
- exames não destrutivos;
- inspeção por Inspetor Autorizado quando requerida;
- teste hidrostático;
- proteção contra sobrepressão;
- certificação, marcação e relatórios de dados.
Cada etapa possui condições e exceções próprias. Essa sequência é um mapa de assuntos, não um procedimento suficiente para construir ou certificar uma caldeira.
Como a ASME Seção I Traduzida está organizada
A ASME Seção I Traduzida apresenta uma estrutura que combina material introdutório, requisitos gerais, partes ligadas ao método de fabricação, partes ligadas ao tipo de equipamento e apêndices.
| Parte | Título em inglês | Função em tradução livre |
|---|---|---|
| PG | General Requirements for All Methods of Construction | Requisitos gerais para todos os métodos de construção |
| PW | Requirements for Boilers Fabricated by Welding | Caldeiras fabricadas por soldagem |
| PR | Requirements for Boilers Fabricated by Riveting | Caldeiras fabricadas por rebitagem |
| PB | Requirements for Boilers Fabricated by Brazing | Caldeiras fabricadas por brasagem |
| PL | Requirements for Locomotive Boilers | Caldeiras de locomotiva |
| PA | Alternative Rules for Boiler Construction | Regras alternativas de construção |
| PWT | Requirements for Watertube Boilers | Caldeiras aquatubulares |
| PFT | Requirements for Firetube Boilers | Caldeiras flamotubulares |
| PFH | Optional Requirements for Feedwater Heater | Aquecedor de água de alimentação no escopo indicado |
| PMB | Requirements for Miniature Boilers | Caldeiras miniatura |
| PEB | Requirements for Electric Boilers | Caldeiras elétricas |
| PVG | Requirements for Organic Fluid Vaporizers | Vaporizadores de fluido orgânico |
| PFE | Requirements for Feedwater Economizers | Economizadores de água de alimentação |
| PTFH | Requirements for Liquid Phase Thermal Fluid Heaters | Aquecedores de fluido térmico em fase líquida |
| PHRSG | Requirements for Heat Recovery Steam Generators | Geradores de vapor por recuperação de calor |
O Apêndice Não Mandatório A não é uma “Parte A” construtiva. Apêndices obrigatórios e não obrigatórios têm funções diferentes, e seu uso depende das chamadas e condições do texto.
Como combinar as Parts
A Part PG funciona como ponto de partida comum, mas não substitui as partes específicas. Uma caldeira aquatubular soldada normalmente exige leitura combinada de PG, PW e PWT. Uma caldeira flamotubular soldada combina PG, PW e PFT.
O tipo de equipamento e o método de fabricação são dimensões diferentes. PWT informa que a caldeira é aquatubular; PW informa que a fabricação é soldada. Ler apenas uma dessas Parts deixa requisitos fora da análise.
As partes específicas também podem chamar apêndices, outras Sections e normas externas. A aplicabilidade deve ser reconstruída pelo texto completo, incluindo notas, tabelas, figuras, subdivisões e exceções.
Como ler referências como PG-27 e PW-11
O prefixo identifica a Part e o número identifica o item:
PG-1: alcance dos requisitos gerais;PG-2: limitações de serviço;PG-27: regras para componentes cilíndricos sob pressão interna;PG-58.2: subdivisão relacionada aos limites da tubulação externa da caldeira;PW-11: exame volumétrico de juntas soldadas de topo;PWT-11: ligações de tubos na parte aquatubular;PR-1: escopo das regras de construção rebitada;A-360: item do Apêndice Não Mandatório A.
As subdivisões podem continuar em níveis como alíneas e subalíneas. Uma referência abreviada dentro de um parágrafo pode omitir parte do caminho, portanto o leitor precisa localizar o cabeçalho superior e reconstruir a hierarquia.
Roteiro para localizar um requisito
Quem consulta a ASME Seção I Traduzida para localizar um requisito pode seguir este caminho:
- ler o Preâmbulo e definir se o equipamento está no escopo;
- identificar limites e condições em PG-1 e PG-2;
- identificar o método de fabricação, como soldagem, rebitagem ou brasagem;
- identificar o tipo de equipamento, como aquatubular, flamotubular, elétrico ou HRSG;
- localizar o assunto na PG e nas Parts específicas;
- seguir todas as referências a outras Sections, normas, tabelas e figuras;
- conferir edição, erratas, Code Cases e requisitos contratuais;
- ler o item completo e suas exceções antes de concluir.
Uma busca por palavra ajuda a localizar ocorrências, mas não determina sozinha o escopo nem a aplicabilidade.

Exemplo: caldeira aquatubular soldada
A rota inicial passa pelo Preâmbulo, por PG-1 e pelos requisitos gerais da PG. Como o equipamento é soldado, consulta-se a PW. Como é aquatubular, consulta-se a PWT.
Se o requisito tratar de qualificação de soldagem, a rota pode seguir para a Section IX. Se tratar de exame não destrutivo, a Section V pode fornecer o método chamado pela Section I. A presença dessas referências não torna todo o conteúdo das Sections complementares automaticamente aplicável.
Exemplo: exame volumétrico de junta de topo
PW-11 deve ser lida com suas tabelas, condições e exceções. Conforme o método indicado, a consulta pode continuar em PW-51 ou PW-52 e então na Section V.
Não se pode concluir que toda solda de uma caldeira recebe o mesmo exame. Tipo de junta, serviço, dimensões, método de fabricação e exceções influenciam a aplicabilidade.
Exemplo: tubulação externa da caldeira
O Preâmbulo e PG-58 definem a fronteira da Boiler External Piping, ou BEP. PG-58.2 apresenta limites jurisdicionais e figuras. A ASME B31.1 é chamada para materiais, projeto, fabricação, instalação e testes dessa tubulação.
Isso não transforma toda tubulação conectada à caldeira em BEP. Válvulas, juntas e pontos de transição precisam ser conferidos nas regras e figuras aplicáveis. A B31.1 não substitui PG-58 na definição da fronteira.
Relação com outras Sections e normas
| Documento | Papel complementar | Cuidado essencial |
|---|---|---|
| Section II | Especificações e propriedades de materiais | Um material listado não é automaticamente permitido em toda aplicação |
| Section V | Métodos de exames não destrutivos | A Section I define onde o exame é aplicável e pode trazer critérios próprios |
| Section IX | Qualificação de procedimentos e pessoal de soldagem, brasagem e fusão | Não substitui as regras construtivas da PW |
| Section XIII | Proteção contra sobrepressão quando chamada | A chamada específica da edição deve ser seguida |
| ASME B31.1 | Construção da BEP dentro das fronteiras definidas | Não define sozinha a fronteira jurisdicional |
| Section IV | Caldeiras de aquecimento | Não é uma versão simplificada universal da Section I |
As Sections IV, IX e XIII não estavam integralmente ingeridas na base da pesquisa. Portanto, este guia limita-se às relações confirmadas pelas chamadas da Section I e não detalha requisitos internos desses documentos por inferência.
ASME Seção I Traduzida e NR-13 são a mesma coisa?
Não. A Section I é um código técnico de construção. A NR-13 é uma norma regulamentadora brasileira de segurança e saúde no trabalho.
A Section I pode aparecer como código de construção no prontuário e na placa de uma caldeira. A NR-13 alcança instalação, operação, inspeções de segurança, documentação, reparos e responsabilidades durante a vida do equipamento no Brasil.
Construção conforme Section I não demonstra automaticamente atendimento integral à NR-13. Da mesma forma, cumprir a NR-13 não autoriza declarar certificação, marca ou designador ASME.
Aplicação nos seis eixos da NR-13
- Caldeiras: relação direta quando a Section I é o código de construção adotado.
- Vasos de pressão: relação condicionada aos equipamentos que o Preâmbulo da própria Section I inclui; vasos em geral não pertencem automaticamente ao seu escopo.
- Tubulações: relação de fronteira na BEP, com chamada à B31.1.
- Tanques metálicos: não há relação nuclear direta confirmada; o código depende do equipamento e serviço.
- Válvulas de segurança: relação com a proteção contra sobrepressão e com as regras chamadas pela Section I.
- Manômetros: existem requisitos para indicadores de pressão em contextos aplicáveis; a NR-13 mantém suas exigências próprias.
Construção e inspeção em serviço
A Section I contém inspeções e testes relacionados à construção e certificação. Isso é diferente de um programa de inspeção em serviço durante a operação.
No Brasil, a NR-13 exige inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária e seus registros. O relatório de dados do fabricante não é o relatório de inspeção da NR-13. O Inspetor Autorizado do sistema ASME também não equivale automaticamente ao Profissional Legalmente Habilitado brasileiro.
São camadas que podem se relacionar, mas não se substituem.
Qual edição deve ser usada
A fonte principal deste guia é a edição 2025, identificada como ASME BPVC.I-2025. Ao utilizar a ASME Seção I Traduzida, isso não significa que a edição mais recente deva ser aplicada retroativamente a todo equipamento.
A seleção deve considerar:
- código e ano de edição na placa e no prontuário;
- base contratual da construção;
- regras para peças de reposição;
- Addenda, Code Cases e erratas aplicáveis;
- requisitos da jurisdição;
- critérios para reparos e alterações.
Uma edição nova não reescreve automaticamente a base de construção histórica. A decisão precisa ser rastreável ao equipamento e à atividade executada.
Termos essenciais em inglês
| Termo | Tradução livre | Cuidado |
|---|---|---|
| Power boiler | Caldeira de potência | Usar a definição do Preâmbulo |
| Boiler proper | Caldeira propriamente dita | Delimita parte da jurisdição |
| Boiler External Piping | Tubulação externa da caldeira | Tem fronteiras próprias |
| Watertube boiler | Caldeira aquatubular | Relacionada à PWT |
| Firetube boiler | Caldeira flamotubular | Relacionada à PFT |
| Maximum Allowable Working Pressure | Pressão máxima admissível de trabalho | Relacionar com cautela à PMTA |
| Authorized Inspector | Inspetor Autorizado | Não equivale automaticamente a PLH |
| Manufacturer’s Data Report | Relatório de Dados do Fabricante | Não é relatório de inspeção NR-13 |
| Hydrostatic test | Teste hidrostático | Distinguir fabricação e testes posteriores |
| Nondestructive examination | Exame não destrutivo | Aplicabilidade depende da chamada |
| Code Case | Caso de Código | Alternativa com condições e aceitação próprias |
Em leitura normativa, palavras como shall, should e may não são equivalentes. Uma tradução livre que apague essa diferença pode alterar a força do requisito.
Erros comuns
Entre os erros mais frequentes estão:
- tratar um guia em português como tradução oficial;
- começar por uma fórmula sem definir escopo e condições;
- confundir PWT com PFT;
- ler PW sem os requisitos gerais da PG;
- aplicar PW-11 a toda solda;
- confundir Section I com Section IV ou com a NR-13;
- tratar o Apêndice A como Part construtiva;
- confundir Inspetor Autorizado com PLH;
- tratar Data Report como relatório periódico da NR-13;
- aplicar a edição mais recente sem verificar a edição do equipamento;
- ignorar erratas, Code Cases e documentos referenciados;
- estender a BEP a toda a tubulação da planta;
- usar cópia não autorizada ou incompleta.
Perguntas frequentes
Existe ASME Section I oficial em português?
Não foi localizada oferta oficial em português para a edição 2025 nas páginas consultadas. O material oficial encontrado estava identificado como inglês.
Este guia pode ser usado para projetar uma caldeira?
Não. Ele não contém todas as regras, fórmulas, tabelas, notas, exceções e documentos referenciados.
PG vale sozinha para toda caldeira Section I?
Não. PG contém requisitos gerais que devem ser combinados com as Parts específicas do tipo de equipamento e do método de fabricação.
PWT é a parte de caldeiras flamotubulares?
Não. PWT trata de caldeiras aquatubulares. PFT trata de caldeiras flamotubulares.
PW-11 exige radiografia de todas as soldas?
Não. O item contém condições, limites, métodos e exceções. A resposta depende da junta e do serviço.
Toda tubulação conectada à caldeira é BEP?
Não. A fronteira é definida pelo Preâmbulo, por PG-58 e pelas figuras correspondentes.
Uma caldeira com marca ASME já atende à NR-13?
Não automaticamente. A NR-13 possui requisitos brasileiros próprios ao longo da vida do equipamento.
A edição mais nova deve ser aplicada a caldeiras antigas?
Não se pode concluir isso de forma geral. A edição aplicável depende da base de construção, contrato, jurisdição e regras para a atividade executada.
O que diz a NR-13
A página oficial de Normas Regulamentadoras reúne a referência institucional da NR-13, que exige a identificação do código de construção no prontuário e na placa, observada a linha de corte indicada pela norma. Para caldeiras, a placa deve informar também o ano de edição do código.
Isso torna indispensável conferir qual Section e qual edição foram realmente adotadas antes de consultar requisitos. Uma explicação em português não substitui o código identificado nem autoriza alterar a base documental do equipamento.
Evidências normativas
Natureza construtiva e escopo
Fonte: ASME BPVC Section I · Edição: 2025 · Item: Preamble
This Code covers rules for construction of power boilers, electric boilers, miniature boilers, high-temperature water boilers, heat recovery steam generators, solar receiver steam generators, certain fired pressure vessels, and liquid phase thermal fluid heaters to be used in stationary service and includes those power boilers used in locomotive, portable, and traction service.
Interpretação técnica: A Section I possui escopo construtivo definido e não se aplica automaticamente a toda caldeira ou equipamento aquecido.
Aplicação prática: Identificar tipo, fronteira e edição antes de empregar suas regras.
Alcance da Part PG
Fonte: ASME BPVC Section I · Edição: 2025 · Item: PG-1
The requirements of Part PG apply to the following: (a) power boilers (b) high-pressure, high-temperature water boilers (c) liquid phase thermal fluid heaters (d) parts and appurtenances of the above. These shall be used in conjunction with the specific requirements in the applicable Parts of this Section that pertain to the methods of construction used.
Interpretação técnica: PG fornece requisitos gerais, mas deve ser combinada com as Parts específicas aplicáveis.
Aplicação prática: Classificar o equipamento e o método construtivo antes de montar a rota de consulta.
Limites da tubulação externa
Fonte: ASME BPVC Section I · Edição: 2025 · Item: PG-58.2
The following defines the Code Jurisdictional Limits of the boiler external piping systems, including general requirements, valves, and inspection. The limits are also shown in Figures PG-58.2-1 through PG-58.2-6. The materials, design, fabrication, installation, and testing shall be in accordance with ASME B31.1, Power Piping.
Interpretação técnica: A chamada à B31.1 ocorre dentro das fronteiras da BEP definidas pela Section I.
Aplicação prática: Delimitar a BEP pelas regras e figuras antes de aplicar a B31.1.
Caldeiras aquatubulares
Fonte: ASME BPVC Section I · Edição: 2025 · Item: PWT-1
The rules in Part PWT are applicable to watertube boilers and parts thereof and shall be used in conjunction with the general requirements in Part PG as well as with the special requirements in the applicable Parts of this Section that apply to the method of fabrication used. The rules in Part PWT do not apply to external piping.
Interpretação técnica: PWT é específica para caldeiras aquatubulares, deve ser combinada com PG e não se aplica à tubulação externa.
Aplicação prática: Usar PWT com as Parts do método de fabricação e tratar a BEP pela rota própria.
Construção rebitada
Fonte: ASME BPVC Section I · Edição: 2025 · Item: PR-1
The rules in this Part are applicable to boilers and component parts thereof that are fabricated by riveting. These rules shall be used in conjunction with the general requirements in the applicable Parts of this Section and Mandatory Appendix V that pertain to the type of boiler under consideration.
Interpretação técnica: PR permanece ligada à construção rebitada e depende das demais partes e apêndices chamados.
Aplicação prática: Em equipamento rebitado, consultar PR, requisitos gerais e o Mandatory Appendix V aplicável.
Código de construção no prontuário e na placa
Fonte: NR-13 · Edição: Portaria MTP nº 1.846/2022, retificada em 20/10/2022 · Item: 13.3.13
É proibida a construção, importação, comercialização, leilão, locação, cessão a qualquer título, exposição e utilização de caldeiras e vasos de pressão sem a indicação do respectivo código de construção no prontuário e na placa de identificação.
Interpretação técnica: A NR-13 exige a identificação do código nos dois registros abrangidos pelo item.
Aplicação prática: Conferir placa e prontuário antes de assumir que a Section I é o código aplicável.
Ano de edição na placa da caldeira
Fonte: NR-13 · Edição: Portaria MTP nº 1.846/2022, retificada em 20/10/2022 · Item: 13.4.1.3(g)
código de construção e ano de edição.
Interpretação técnica: A placa da caldeira deve identificar o código e o ano de edição.
Aplicação prática: Selecionar a edição pelo equipamento e sua documentação, não apenas pela versão mais recente disponível.
Limitações deste guia
Este post não reproduz fórmulas, tabelas normativas completas nem procedimentos de projeto. As Sections IV, IX e XIII não estavam integralmente disponíveis na pesquisa; as Parts B e C da Section II e a coleção completa 2025 também não foram usadas para completar requisitos por inferência.
A disponibilidade de idiomas, formatos e canais de acesso pode mudar. Antes de uma decisão contratual, deve-se conferir novamente a oferta oficial da ASME. Fronteiras, Code Cases, marcação e certificação dependem do equipamento, do contrato e da jurisdição.
Conclusão
A ASME Seção I Traduzida deve ser entendida como guia de navegação em português. A leitura técnica começa pelo escopo, combina PG com as Parts do método de fabricação e do tipo de equipamento e segue as referências a outras Sections e à B31.1.
No Brasil, a análise possui duas camadas: a Section I como código técnico de construção e a NR-13 como norma regulamentadora de segurança e saúde no trabalho. Elas se relacionam, mas não são intercambiáveis. Para qualquer decisão de conformidade, prevalece o texto oficial da edição aplicável ao equipamento.
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